O Mês de Setembro ficou marcado como mais um mês de muitas conquistas no Amigos na Cultura, no inicio deste mês o Amigos na Cultura e a UBM realizaram o Fórum Conceitos e Preconceitos por uma infância sem Racismo , que contou com mesas de debates com grandes nomes do estado, apresentação de audiovisual e uma apresentação da Cia de dança Amigos na Cultua.
Tivemos a presença de Deise Benedito – Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, Antônio César Mendes – Unicef, Braz Colombo – Secretária de Estadual da Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro e dentre outros. O fórum Conceitos e Preconceitos – por uma infância sem racismo, aconteceu nos dias 31 de agosto , 01 e 02 de Setembro Aconteceu na UBM – Cicuta em Volta Redonda.
Seria possível uma infância sem racismo?
Seria possível ter todas as crianças livres dos efeitos da discriminação racial?
Em um mundo de diferenças é possível Valorizar as Diferenças na infância e cultivar igualdades?
Essas crianças e adolescentes ainda vivem em contextos de desigualdades. São vítimas do racismo nas escolas, nas ruas, nos hospitais ou aldeias e ou as vezes, dentro de suas famílias. Deparam-se constantemente como situações de discriminação , de preconceito ou segregação. Uma simples palavra, um gesto ou um olhar menos atencioso pode gerar um sentimento de inferioridade, em que a criança tende, de forma inconsciente ou não, a desvalorizar e negar suas tradições, sua identidade e costumes. (UNICEF – 2010)
Percebendo os altos índices de discriminação e preconceito a nível mundial e nacional e considerando os impactos do racismo na infância, o UNICEF lança uma campanha, visando modificar essa triste realidade social na vida de milhões de crianças e adolescentes brasileiros e convida cada um a fazer uma ação por uma infância sem racismo e , ainda, por meio de seus parceiros, alertar a sociedade sobres os impactos sociais e a necessidade de reduzir as disparidades raciais de forma a valorizar e estimular a diversidade com equidade.
Neste contexto o Amigos na Cultura e o UBM – Centro Universitário de Barra Mansa entendem que a participação nesta campanha é de grande relevância, pois poderá desenvolver iniciativas com crianças e adolescentes que sofrem diretamente os impactos da discriminação e preconceito. Pretende-se, assim, fazer com que esses jovens e a sociedade como um todo reflitam, por meio da arte e da cultura. Sobre essa realidade, contextualizando- a os com os aspectos históricos e sociais do nosso país.